A Vida.
Desde quando comecei a minha jornada no mundo do desenvolvimento na Giran (@giran_br), tenho tido contato com inúmeras novidades, entre elas:
- A prática do versionar software (Git).
- Documentação de Software.
- Metodologias Ágeis.
- Uso freqüente do terminal (o/).
- Simpatia pelo Macbook (não consigo me imaginar utilizando outra máquina ou qualquer outro SO que não seja baseado no kernel Unix).
- Testes (Um alô para Flávia Missi (@flaviamissi) e por todo o legado de preocupações com testes que ela deixou enquanto estava no time).
- Participações em coding dojos.
- Pão Caseiro (via @m3nd3s).
- A comunicação diária usando a língua inglesa por conta do nosso parceiro Petros (Grego Belezidade!) me deixa muito motivado.
- Essa equipe é fo**!
- Existe empresa que se esforça para cuidar do seu funcionário, sem balelas ou merchanda gratuito.
São inúmeras, eu não listei todas. Entretanto, todas elas têm mudado aos poucos minha visão como desenvolvedor, profissional e sim, é possível, como ser humano.
O Dojo.
Digamos que o conceito de coding dojo seja, além de ser um desafio para programadores, é também se divertir, e, “através de uma metodologia pragmática, melhorar suas habilidades de programação e de trabalho em grupo”.
Pois é, pode aparentar irrisório o que vou falar, mas nem só de vitórias vivemos.. E as minhas últimas experiências com dojo têm sido frustrantes quanto ao meu desempenho pessoal, mas o dojo em si está sendo uma experiência sensacional e desafiadora.
Falando sobre a pseudo frustração, se você conhece alguém que nunca tenha tido um deslize, com certeza essa pessoa não é humana. Erros são inerentes à natureza (e não só a nossa, acredite), a única diferença é de como enfrentamos.
Só fui dar conta ultimamente , pois estava codando de maneira afobada e ansiosa por resultados instantâneos. E a minha ficha caiu de verdade quando eu congelei em um dojo com amigos na empresa. Eu poderia descrever inúmeros fatores que contribuíram para esse infortúnio, falar que sou “iniciante” e afobado ao mesmo tempo contaria como 80% da causa (haha
), certo? Errado, há motivos para se importar por tão pouco!? Conclusão que só cheguei com ajuda de amigos na empresa e pessoas mais próximas fora dela.
É óbvio que nesse post não vou postar sobre as soluções que vou tomar daqui para frente, pois estou buscando-as, mas ao contrário do que até mesmo eu esperava, ao me deparar com uma derrapada dessas tive uma vontade ainda maior de aprender mais e mais.
O Código e o Caminho do Guerreiro.
Depois dessas lamúrias sobre o dojo.. Um desafio eu enfrentar escolhi (Ahhh Yoda!!).
Acostumado a acompanhar os livros e viciado a não praticar com exemplos mais , digamos assim, “relevantes”, resolvi tomar uma iniciativa mais aprimorada (é claro que vai depender do seu ponto de vista e experiência).
Escolhi um problema de um dojo (http://dojopuzzles.com/problemas/exibe/jokenpo/) como referência e resolvi praticá-lo “sozinho” na hora do meu almoço, sem seguir as regras do dojo.
OBS: Sozinho?! Oi?! Seria uma blasfêmia dizer que fiz um dojo sozinho, não faz sentido, mas vocês entenderam!
Para acessar o repositório git com a resolução: http://www.github.com/urieljuliatti/ruby-challenges
Todo e qualquer feedback será bem vindo! Pode descer a lenha também, eu aceitarei o desafio


