Liberdade Interativa

Senhores, acho que é um novo record! O segundo post em menos de uma semana. Dessa vez é para ajudar a divulgar um evento que espero se tornar um meio de compartilhamento de conhecimento e ponto de encontro entre os membros da comunicade de Software Livre do ES: o I Liberdade Interativa.

Esse evento é organizado pela comunidade Tux-ES, com o  propósito de manter a interatividade entre a comunidade de Software Livre do Espírito Santo. A idéia é que o evento seja uma oportunidade em que todos poderão trocar idéias, compartilhar conhecimentos e, por que não, fazer um Networking. Baseado nos eventos “Day”, o Liberdade Interativa tem a proposta inicial de acontecer sempre em um sábado, a cada dois meses. A primeira versão do evento acontecerá no sábado próximo, 12 de junho de 2010, abaixo segue mais detalhes do evento:

Data: Sábado, 12 de Junho de 2010

Horário: 09:00 – 11:00

Palestras

Nome: Francisco Souza (http://www.franciscosouza.com.br/)
Título: Quem é Python e por que eu deveria me importar?
Descrição: Palestra introdutória sobre a linguagem de programação Python, visando apresentar o quão simples a linguagem é e por que deveríamos levar em consideração adotar a linguagem.

Nome: Alê Borba
Título: Utilizando Linux em Desktops (foco Ubuntu)
Descrição: Apresentar o Ubuntu como desktop para usuários leigos. Apresentar ferramentas de uso cotidiano como Firefox, BrOffice, Thunderbird, e o quão fácil é fazer a migração para um desktop Linux.

Local: FAESA – Campus I, Rua Anselmo Serrat, 199, próximo a Av. Vitória e Av. Marechal Campus, no bairro Ilha de Santa Maria, em Vitória/ES. Na Sala 9 do Bloco IV (Prédio dos cursos de Ciências e Sistemas)

A entrada é gratuita e sem inscrição. Basta aparecer ao local.

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Agile + Mac + Mendorato + ∞ = 42

Ontem, 02/06/2010 – Quarta-feira, completou-se a primeira semana de emprego novo, e aproveitando o feriado que veio na sequência faço hoje o post sobre minha nova empreitada!

Relógio

Fazendo uma breve retorspectiva de minha vida profissional que começou quando eu ministrava aulas de informática básica, isso mesmo, lá nos primórdios, mas não tanto assim, ainda na época dos 486 eu começei a ministrar aulas de informática (ainda como monitor), ensinando os maravilhosos comandos do MS-DOS. Mas sentia que faltava algo, eu queria entender como as coisas funcionavam e queria eu mesmo criar softwares, passei então a estudar programação. Depois de algum tempo estudando a linguagem PHP tive uma oportunidade de trabalhar como desenvolvedor Web. Depois de um bom tempo trabalhando como desenvolvedor surgiu a oportunidade de trabalhar como Administrador de Sistemas GNU/Linux, era tudo que eu queria!

E enfim, depois de três anos trabalhando com sistemas GNU/Linux e soluções Open Source, eu retorno a vida de desenvolvedor como membro do time de desenvolvedores da Giran. E bastou apenas um dia para eu perceber o ambiente extremamente propício a criatividade, aprendizado e muita gargalhada. Para descrever melhor o ambiente da empresa eu copio a descrição retirada do próprio site da Giran: “A Giran Soluções e Ensino é uma empresa especializada em consultoria e treinamentos em java, php e ruby on rails. Formada por gente nova e competente que trabalha de forma ágil e divertida, aqui nós acreditamos e principalmente, aprendemos que os resultados são gerados pelas pessoas, e não apenas por processos.”

Como não posso deixar de fazer fica aqui o meu muito obrigado a Spirit Linux que me permitiu adquirir um enorme conhecimento sobre tecnologias livres, em especial ao Gleydson Mazioli de quem pude extrair muito conhecimento.

E assim se inicia uma nova empreitada em minha vida profissional, novamente trabalhando com um time de feras que faço questão de citar um por um, mesmo não conhecendo profundamente (ui!) cada um, mas com pouco tempo que tive nessa semana deu para perceber que é uma galera muito fera. Então no maior estilo Twitter segue o agradecimento a toda a galera da Giran que me recebeu muito bem desde o primeiro dia: @leohackin, @jeveaux, @keilajeveaux, @makoto_vix, @franciscosouza, @tagliati, @glbenz, @wbotelhos, @ejuniorvix e @bgoncalves1 (a.k.a fifa Boy).

Mesmo tendo apenas uma semana de @giran_br já estou aprendendo muito, coisas que como analista de sistemas não tinha tempo para me dedicar como: Metodologias ágeis (Scrum, XP, etc), Frameworks de desenvolvimento (Code Igniter, Rails, etc).

Dizer que estou feliz é pouco diante do que sinto trabalhando com essa galera, então do jeito mais simples e sincero que as palavras escritas aqui podem descrever, o meu: MUITO OBRIGADO GALERA @giran_br.

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IA-32 – Lembre-se caso vá compilar kernel Linux 64

Então,

Em uma das minhas últimas aventuras eu tive oportunidade de compilar meu primeiro kernel para um SO Linux 64bits, no caso era um openSuSE que insistia em não inicializar pelo RAID 1 que eu havia feito manualmente (sem usar o yast2). O processo de compilação é praticamente o mesmo.

Como dito acima, o motivo para compilar o kernel específico para a máquina foi a necessidade de adicionar o boot via RAID 1, já que mesmo criando o initrd para o SO padrão do openSuSE, com as opções de Raid e LVM, ele não inicializava por nada.

Como tratava-se de um openSuSE compilado para 64bits, assim que finalizei a compilação mandei ver no “reboot”. O sistema inicializou normalmente, eu lá olhando e pensando: maravilha! maravilha, maravilhosidade completa!

Sistema carregado, é hora de continuar o processo de RAID, só que percebi que em algumas vezes (sempre) que eu chamava o yast2 uma mensagem de erro indicava problemas ao executar um tal ld-linux.so.2. Bem, pensei: “acho que não atualizou a lista de bibliotecas”, então tome “ldconfig”. Mas nada, continuou na mesma. Como não impedia o uso do yast2 eu deixei para depois.

Só que para continuar o RAID eu precisava gravar o grub também na MBR do segundo disco, e qual não foi minha surpresa quando o comando “grub” também não executava pois o mesmo erro acima citado voltava a aparecer! Então lá fui eu procurar o motivo e foi quando descobri que para ambientes Linux 64bits, se você vai querer habilitar compatibilidade com programas 32bits (e vc sempre precisa, o grub por exemplo é um binário 32bits) é necessário habilitar no kernel a opção IA32.

Essa opção fica na parte denominada “Executable files formats / Emulations” e só aparecerá se você estiver compilando um kernel para SOs 64 (lógico né! :) ).

Então fica a dica: se for compilar kernel para SOs 64 não esqueça de marcar esta opção.

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Super Rápida: Validando sintaxe PHP no Vim

VimAmigos, confesso que fiquei mais que duas semanas sem postar algo. Acontece que estou um tanto ocupado estudando algumas “paradas”, especialmente a framework Code Igniter.

Mas para não passar em branco queria compartilhar uma dica que vi há algum tempo, e utilizo constantemente, no Vim (Sim! Eu uso o Vim para desenvolvimento), e se você também usa, ou quer usar, segue a dica.

Edite seu arquivo .vimrc e adicione ao final dele a linha abaixo:

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map  :!php -l %

Salve e pronto, está feito! Agora quando estiver codificando e quiser testar se há algum erro de sintaxe no código basta pressionar CTRL+B (é pra isso que serve o “<C-B>” acima) que o comando php será chamado para testar a sintaxe passando como argumento o arquivo atual. É importante ressaltar que o comando php faz parte do pacote php-cli que deve estar instalado em seu GNU/Linux.

Assim que eu tiver algo mais “irado” para publicar eu prometo que compartilho com vocês. Inté+

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VMWare: Redimensionando discos virtuais

Certa vez eu precisei redimensionar um disco virtual de uma máquina virtual rodando sobre VMWare Server 1.0. Até então desconhecia uma forma de fazê-lo de forma elegante, então quando eu tinha uma máquina virtual com um sistema GNU/Linux era mais fácil apenas adicionar um novo HD e usá-lo no LVM.

Entretanto dessa vez a minha necessidade era redimensionar um disco virtual de uma máquina virtual MS Windows. O espaço planejado inicialmente para a unidade “C” estava quase totalmente ocupada, impedindo a instalação de novos softwares. A solução então era realmente redimensionar o disco.

Com uma breve pesquisa fiquei sabendo do vmware-vdiskmanage, que é usado para administrar os discos virtuais do VMWare e permite o redimensionamento do disco virtual. A sintaxe de uso do comando, para redimensionar o disco virtual, segue o padrão abaixo:

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# vmware-vdiskmanager -x 10G DiscoSO.vmdk

Onde tem 10G é o espaço total que a partição deverá ter ao final do processo que pode levar alguns minutos até ser finalizado. Ao final do processo, se tudo correr bem, você terá o novo disco já redimensionado.

Faça o boot da VM e aguarde o carregamento. Agora vem a parte mais chata, o espaço adicionado ao disco será reconhecido como espaço não particionado pelas ferramentas de administração de disco do MS Windows. Nesse ponto você terá que usar de alguma ferramenta capaz de expandir partições NTFS (ou fat). Eu tentei o parted e o ntfsresize, ambos para ambiente GNU/Linux, via LiveCD, entretanto ambos não tinham suporte a redimensionar as partições NTFS em questão. Uma boa pesquisa no Google e você achará ótimas opções gratuitas para o próprio MS Windows, no meu caso eu usei o ASEUS Partition Master (http://www.partition-tool.com/personal.htm).

Se sua VM tiver um sistema GNU/Linux tudo fica muito mais fácil, ao expandir o disco apenas utilize o particionador de sua preferência e crie nova(s) partição(ões) com o espaço adicional.

Quem sabe em um novo artigo eu publique algo sobre LVM, já que toquei no assunto de partições mesmo! ;-)

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